Descontrol

Descontrol é loucura, falaçãozite e muita imaginação




Sábado, Março 22, 2008

"tempo tempo mano vellho e falta um tanto ainda eu sei"

as situações ruins trazem situações piores ainda.

situação 1) a perda de um ente querido.
situação 2) o ex-namorado, amor da sua vida, que quer ser seu ombro amigo. mas ele quer apenas ser o amigo, ok?

você:
a) encara o tornado e se deixa levar pela intensidade do vento;
b) desiste, inventa desculpa e fica em casa com cara de cu, atualizando o blog, pensando como iria ser bom apenas ver o ex-amante;
c) encara e se joga mesmo, com todo o garbo e a elegância. se der errado, dá a desculpa que está passando por um momento difícil.

eu optei pela letra d) faz papel de monga e deixa que os outros escolham por você. ninguém merece.

eu seria uma ótima pessoa para trabalhar na capricho e fazer os testes da revista, não é mesmo minha gente?



Terça-feira, Setembro 18, 2007

"eu faria tudo, para não ter perder"

quantas vezes já me dediquei, doei, me lançei mesmo, de cabeça, costas e bunda (porque não?) em lindas e tristes histórias de amor. afinal, que nunca fez isso, porra?
e, quem realmente levantou a mão e disse: "nem sei do que tu tá falando" (ainda fazendo pescocinho fat family) é muito, muito infeliz. ou mentiu na cara dura mesmo. quem nunca perseguiu um grande amor pelo centro da cidade, berrando "eu te amo"? quem disse não, é sensato, porque fiz isso e hoje acho meio desnecessário...

de qualquer maneira, intensidade é necessária em pelo menos 97% das esferas de um relacionamento. coisa morna é chata, cansa e dá sono. existe coisa melhor que sexo de reconciliação (viva vani e rui!)? para ter reconciliação, é necessário uma briguinha! uweba!

por favor, nada com objetos cortantes, armas de fogo, ...



Domingo, Setembro 16, 2007

"leve o tempo que levar, sei que encontrarei a felicidade (...)"

o ponto principal da minha discussão cotidiana comigo mesmo é: venço meus medos, me jogo de cabeça again e faço tudo para tirar esse mal estar que se instalou em mim?

tic-tac, tic-tac.

enquanto o tempo passa e não decido tomar atitudes drásticas e necessárias para voltar a ser a mesma pessoinha bacana que era comigo mesma, sinto que tenho menos chances de ter aquela vida tão imaginada, saída de um livro meio "sabrina", "júlia", e olhe lá. já tentei esquecer, fingir que vai mudar e que com o tempo vai mudar. mas é sempre igual... musiquinha de luiza possi para embalar pensamento ninguém merece.

antes o problema era a minha incapacidade de dizer algumas verdades a quem eu sentia que precisava falar. achava que o fato de morar com minha irmã me impedia de dizer aquilo que sentia. depois, saí de casa, e a incapacidade continuou. não só com ela (que coitada, nem me faz nada para eu estar falando sobre isso), mas com todos aqueles que tinham algo para ouvir, mas que eu imaginava que se machucariam com o que ia arrotar na cara delas.

tic-tac, tic-tac.
o tempo passou de novo.




Sábado, Agosto 25, 2007

all by myself!

atingi a graciosa marca de três anos sem ter uma relação saudável e estável. o saudável eu deixo para a minha relação comigo mesma. o estável eu deixo para o próximo.
depois de uma grande derrota (no amor! vamos dar "os nomes aos bois"), é normal que os pensamentos estejam voltados apenas para o reequilíbrio e a cura da dor. para isso acho que não são necessários mais do que algumas semanas. entretanto, minha cabeça resolveu brincar de obsessão, e lá se vão alguns meses (40 na verdade). doença? destino? falta do que fazer?
ainda fico com a última e mais comodista opção.
o medo de ter outro relacionamento perfeito e me sentir uma fracassada no final me faz sentir cada pêlo do meu corpo. pensar na reclusão, na contagem incessante de buracos da parede, nos vários baseados fumados, nas viagens loucas (e bota viagens loucas nisso), não me traz nenhuma boa recordação. não fui uma daquelas pessoas que tirou algo bom do sofrimento.
tá, mentira, tirei milhares de coisas excelentes desta porra de término de namoro. tanto que hoje estou aqui, bonita, em frente ao meu computador, escrevendo sobre isso.

na verdade, nem sei porque resolvi escrever tudo isso. acho que espaço novo dá vontade de ocupar logo.

(...)all by myself
don't wanna be
all by myself
anymore(...)



com jeitinho não dói

a primeira vez é sempre emocionante. ainda mais quando a estréia foi pensada e repensada.
não prometo nada diferente. não prometo nada surpreendente.
mas prometo sinceridade. no mais alto grau.

Bem-vindo. para você e para mim.



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